«Por vezes, é mais fácil desabafar com alguém que esteja a passar por uma situação semelhante. Creio que em comunidade se ganham mais forças para lidar não apenas com a doença, mas também para obter um maior reconhecimento da mesma. Um profissional de saúde nem sempre entende o que o doente está a viver», explicou Rita Vilaça, promotora do projeto, em declarações à agência Lusa.
A plataforma digital funciona como «uma espécie de fórum» onde os interessados podem aderir aos grupos dedicados às várias patologias. Além disso, os internautas podem interagir com outros doentes de forma «pública» ou através de mensagens privadas, registar consultas e exames médicos, medicação que estejam a tomar, estado de humor, peso, entre outros dados.
O site também pode ser utilizado por familiares que queiram conhecer mais sobre determinada patologia, perceber o que esperar da evolução desta ou interagir com utilizadores com o mesmo historial. Aqueles que pretenderem partilhar informações úteis para investigação médica, como sintomatologia e reações a tratamentos, também o podem fazer nesta plataforma.
Fátima Missionária
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