A vacina, desenvolvida no Instituto Americano de Alergias e Doenças Infeciosas, foi testada em vários macacos. Com uma única injeção, quatro macacos continuavam imunizados cinco semanas mais tarde, mas o efeito protetor diminuía com o tempo.
Os quatro macacos que receberam a injeção de reforço oito semanas após a primeira continuavam completamente protegidos contra a infeção dez meses depois, segundo os investigadores. Seguem-se os testes em humanos, um processo em três fases, destinado à validação da vacina. As experiências serão realizadas em indivíduos saudáveis (não infetados) para verificar se toleram bem a vacina e se ela consegue oferecer uma boa resposta imunológica.
Fátima Missionária
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