Com o agravamento da violência e crises humanitárias nas regiões da África Oriental e Central, o responsável de Operações da ONU apelou ao apoio adicional de «pessoas e comunidades que enfrentaram anos de crise no Sudão, no Sudão do Sul e na Somália»
É um mapa turbulento aquele que se desenha nas regiões da África Oriental e Central, de acordo com o responsável de Operações do gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA). «Cada um destes países enfrenta um conjunto único de desafios», notou John Ging, que esteve na região de 18 a 25 de outubro.
«Em cada país, falei com pessoas que tiveram de fugir a correr das suas casas, uma e outra vez, fugindo de sucessivas ondas de violência. Conheci crianças que cresceram sem conhecer a paz e estabilidade», continuou Ging, referindo-se à sua passagem pelo Sudão, Sudão do Sul e Somália.
O responsável de Operações disse que, a partir das suas visitas, reuniu informação sobre coisas simples exigidas pelas pessoas, como reconstruírem as suas vidas, educarem os seus filhos e terem acesso a cuidados de saúde, mas principalmente, depois de anos de «violência exaustiva», pediam desesperadamente o fim dos conflitos.
Crianças que cresceram sem conhecer a paz
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