O corpo do arquiteto Oscar Niemeyer, morto aos 104 anos na noite de quarta-feira (5), será velado no Palácio do Planalto, projetado pelo próprio Niemeyer e sede do governo federal, em Brasília. O corpo do arquiteto será levado para o Distrito Federal às 11h e voltará ao Rio de Janeiro na noite desta quinta. O enterro está marcado para sexta-feira (7), no Cemitério São João Batista, em Botafogo, no Rio. A família ainda não divulgou o horário da cerimônia.
A própria presidente Dilma Rousseff ligou para a família do arquiteto e ofereceu as dependências do Palácio do Planalto. Em nota oficial, Dilma disse que "a história de Niemeyer “não cabe nas pranchetas". O arquiteto “foi um revolucionário, o mentor de uma nova arquitetura, bonita, lógica e, como ele mesmo definia, inventiva".
O prefeito do Rio, Eduardo Paes, decretou luto oficial de três dias na cidade do Rio de Janeiro pela morte do arquiteto Oscar Niemeyer. "Ele construiu marcos e deixou a sua marca na paisagem e na história de nosso país. Carioca, ele tinha com o Rio de Janeiro uma relação especial”, disse o prefeito em nota oficial.
O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, também divulgou uma em que lamenta a morte do arquiteto Oscar Niemeyer e decreta luto oficial de sete dias. O governador Sérgio Cabral lamentou a morte do arquiteto Oscar Niemeyer e decretou luto oficial de três dias no Estado do Rio de Janeiro. Cabral disse que "Niemeyer foi o maior arquiteto do Brasil. Um gênio da arquitetura mundial. Doce no trato, firme nas suas convicções e amado pelo povo brasileiro".
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Revista Época

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