Milur, das Irmãs Franciscanas da Imaculada Conceição, efetuou o trabalho com base na observação do comportamento de 42 religiosos – 29 homens e 13 mulheres - espalhados por seis dioceses. Os dados recolhidos permitiram-lhe perceber que o telemóvel é hoje um meio fundamental para o pessoal religioso, na realização da sua missão, mas apresenta alguns perigos. «Pode levar o utilizador a não dispor de tempo para os elementos essenciais da vida consagrada, como a oração pessoal e comunitária», sublinhou à agência Fides.
Muitos dos religiosos entrevistados usam o telefone móvel para enviar mensagens (SMS) de oração aos fiéis, ou para rezar com os doentes em locais distantes. Um dos sacerdotes contou, inclusive, que o equipamento lhe permitiu salvar uma vida, pois conseguiu enviar uma ambulância a um doente que estava em perigo, numa área rural isolada. O perigo é quando «um religioso é tão apegado ao seu celular que o resto não conta para nada», alertou um consagrado.
Fátima Missionária
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