«Estas notícias têm de ser interpretadas clinicamente e psicologicamente na forma como são transmitidas aos doentes e utentes. Temos de perceber que efeitos secundários vai ter esta criança a longo ou médio prazo. Temos de ver como será para um adulto. Acreditamos que estamos a caminhar para uma cura, por isso, vamos aguardar por mais notícias concretas», adiantou a responsável, salientando que a descoberta científica é apenas um dos caminhos que têm sido apontados para uma possível cura.
O caso apresentado na 20ª Conferência Anual de Retrovírus e Infeções Oportunistas, em Atlanta, Estados Unidos, foi o primeiro que alcançou a «cura funcional» de uma criança contaminada à nascença com o HIV, transmitido pela mãe seropositiva, que desconhecia estar infetada durante a gravidez. Segundo os especialistas, não se tratou a erradicação do vírus, mas do seu enfraquecimento, de tal forma que o sistema imunitário da criança pôde controlá-lo sem antirretrovirais.
Fátima Missionária
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